quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
CAN 2010: Selecção do Togo atacada com metralhadora...








 Selecção do Togo ameaça abandonar a Taça das Nações Africanas  (CAN que começa domingo em Angola depois de o autocarro onde seguia ter sido alvo de um atentado terrorista.
O veículo que transportava a comitiva do Togo foi  atacado por rajadas de metralhadora na província de Cabinda quando passava a fronteira entre o Congo e Angola . Ainda não há certezas quanto ao número de feridos, mas o avançado do Nantes, Thomas Dossevi, que se encontrava no autocarro, revela no jornal francês L´Equipe que « há dois jogadores e dirigentes feridos ». Os futebolistas atingidos são o guarda-redes Kodjovi Obilalé e o defesa Serge Akakpo .
O autocarro foi atingido por  rebeldes separatistas que desde 1975 reclamam para Cabinda, região rica em petróleo
 , a independência e que mantêm com o governo angolano uma latente tensão.
Depois disto o Togo considera não participar na prova. «  Ninguém tem vontade de jogar
 », nota Dossevi ainda citado pelo L´Equipe.
O  Togo integra o Grupo B com a Costa do Marfim , o Burkina Faso que é treinado pelo português Paulo Duarte e o Gana .
  



Mais 200 professores na corrida à reforma




No dia em que Ministério da Educação e 14 sindicatos se reuniram numa verdadeira maratona negocial em torno das questões da progressão na carreira, os professores deram mais um sinal de corrida às reformas, com a publicação em Diário da República de uma lista com mais de 200 docentes, grande parte no topo da carreira, que serão aposentados a partir do próximo mês, com uma reforma média superior a dois mil euros.


Um dos pontos centrais da discórdia entre Ministério da Educação e professores tem sido precisamente o acesso automático, defendido pelos sindicatos, de todos os docentes com avaliação ‘Bom’ ao topo da carreira, onde estão muitos dos 210 professores que constam da lista ontem publicada em Diário da República. Grande parte das reformas mencionadas é superior a dois mil euros, alcançando as mais elevadas valores próximos dos três mil euros – 2956,26 e 2933,77 euros.

"Uma coisa é fundamental: enquanto os professores avaliados com ‘Bom’, os bons professores, forem impedidos de aceder ao topo da carreira, não é possível haver acordo", garantiu, ao final da tarde,

Mário Nogueira, dirigente da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), afecta à CGTP, antes de voltar à reunião, que começara às 10h20.

Tendo chamado na véspera todos os sindicatos de professores ao mesmo tempo, o que nunca antes acontecera, a ministra da Educação, Isabel Alçada, organizou quatro mesas de negociação pelas quais foi passando com a sua equipa para recolher contributos.

Já perto das 22h00, ou seja, quase 12 horas depois do início da maratona, o Sindicato Nacional dos Professores (SINAPE), afecto à UGT, fez saber em comunicado que o Ministério da Educação tinha apresentado aos sindicatos uma terceira proposta.





Dakar: Carlos Sainz segue na liderança




Vitória na sétima etapa do Rali Dakar foi para Nasser Al-Attiyah, a Volkswagen mantém os três primeiros lugares da geral.

Nasser Al-Attiyah (Volkswagen, na imagem) venceu hoje a sétima etapa do Rali Dakar, um percurso de 640 quilómetros entre Iquique e Antofagasta (Chile), com um sector selectivo de 600 quilómetros, o mais longo desta edição da prova sul-americana de todo-o-terreno. O piloto do Qatar conquistou a sua quinta vitória em etapas do Dakar, a primeira deste ano, e manteve a segunda posição na classificação geral, atrás do seu companheiro de equipa Carlos Sainz, apenas terceiro na etapa de hoje.

Na segunda posição classificou-se Stéphane Peterhansel (BMW), que continua a recuperar o tempo perdido e ocupa já a quinta posição da geral. Depois de Carlos Sainz terminou Mark Miller – o norte-americano perdeu mais de oito minutos para Al-Attiyah e segue na terceira posição da geral. Guerlain Chicherit (BMW) foi o quinto classificado na etapa, subindo à quarta posição da classificação geral.




Notícias sobre os pilotos portugueses logo que possível.




O Rali Dakar cumpre neste sábado o habitual dia de descanso – mais para os pilotos e navegadores, pois os mecânicos terão trabalho extraordinário na revisão das máquinas antes da oitava etapa da prova, que termina em Buenos Aires (Argentina) no próximo dia 17.




Classificação




7ª etapa – 1º Nasser Al-Attiyah (VW), 5h41m29s; 2º Stéphane Peterhansel (BMW), a 3m29s; 3º Carlos Sainz (VW), a 4m21s; 4º Mark Miller (VW), a 8m40s; 5º Guerlain Chicherit (BMW), a 15m33s; 6º Giniel De Villiers (VW), a 21m22s.

Geral – 1º Carlos Sainz (VW), 26h21m23s; 2º Nasser Al-Attiyah (VW), a 11m03s; 3º Marc Miller (VW), a 22m06s; 4º Guerlain Chicherit (BMW), a 2h02m54s; 5º Stéphane Peterhansel (BMW), a 2h03m10s; 6º Krzysztof Holowczyc (Nissan), a 4h17m21s.


Exibição no Rod Laver Arena junta 15 mil pessoas...

 



·     Uma exibição de ténis em favor das vítimas do sismo no Haiti reuniu hoje 15 000 pessoas no Rod Laver Arena de Melbourne, uma dia antes de se iniciar o Open da Austrália, primeiro "Grand Slam" da temporada.



Cada espectador pagou 10 dólares australianos (6,4 euros) para poder assistir a este espectáculo organizado pelo suíço Roger Federer, que juntou no "court" oito jogadores e jogadoras de primeiro plano.
Quatro horas antes do início da exibição e já era grande a fila para se entrar no complexo desportivo, tendo prosseguido já dentro do estádio os donativos a favor das vítimas do sismo, que custou a vida a dezenas de milhares de pessoas e provocou cerca de1,5 milhões de pessoas sem-abrigo.
"A iniciativa foi um enorme sucesso. É muito cedo para se saber o valor da soma reunida, mas penso que, entre a venda de bilhetes, os donativos no estádio e a contribuição dos jogadores e dos órgãos que regem o ténis, deveremos ter ultrapassado os 200 000 dólares australianos (128 100 euros)", disse Craig Tiley, director do torneio.
A ideia da acção partiu de Roger Federer, que, em 2005, participou numa iniciativa similar, quando, durante o torneio de Indian Wells, as pessoas mobilizaram-se para ajudar as vítimas do tsunami, que, em 26 de Dezembro de 2004, custou a vida a mais de 220 000 pessoas na Ásia.
"Estamos muito longe do Haiti, mas penso que a família do ténis pode mostrar-se solidária. Apelei ao director do torneio no sábado de manhã, que me disse que seria muito difícil fazer algo em 24 horas", disse Federer, enquanto Craig Tiley confirmou não ter sido fácil montar o evento, mas que tno final ficou "muito satisfeito" com o resultado.
No "court", Federer fez equipa com o australiano Lleyton Hewitt, a norte-americana Serena Williams e a australiana Samantha Stosur, enquanto do outro lado estavam o espanhol Rafael Nadal, o norte-americano Andy Roddick, o sérvio Novak Djokovic e a belga Kim Clijsters.














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